Espiritismo VIDAS PASSADAS Amor: Como entender sobre reencarnação auxilia a compreender a relação?

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O espiritismo, ao esclarecer dúvidas e angústias do ser humano, traz enorme alívio e alegria para todos aqueles que estão abertos a conhecer o que os guias espirituais nos revelaram através da Codificação Espírita. O desencarne, por exemplo, ainda é motivo de medo e preocupação para muitos de nós. Todos sabemos que vamos morrer um dia. Mesmo sendo esse fato algo natural, a ideia de deixar esse corpo e a nossa vida tal qual a conhecemos hoje causa desconforto. Pensando nisso, no artigo de hoje vamos falar sobre a relação espiritismo vidas passadas amor. Na tentativa de amenizar o medo de perder aqueles que amamos quando deixarmos nosso corpo atual.

Muitos de nós, antes mesmo de conhecermos a Doutrina Espírita e os conceitos de reencarnação e vidas passadas, já havíamos escutado a expressão “almas gêmeas”, não é verdade? Logo que crescemos, tentamos encontrar nossa alma gêmea. Que seria alguém que nos completasse e nos acompanhasse durante toda a nossa vida. A ideia de almas gêmeas significa a existência de dois seres que se complementam e que se encontram muitas e muitas vezes, em muitas e muitas reencarnações.

Não são poucas as vezes em que vemos novelas, filmes, livros e músicas que falam sobre almas gêmeas. No artigo de hoje, vamos falar sobre o assunto, na tentativa de desmitificar certos aspectos. E apresentar a ideia de almas gêmeas segundo a Doutrina Espírita. Para isso, falaremos sobre espiritismo vidas passadas amor. Abordando o que são as vidas passadas, sobre os laços de amor que nos unem a familiares; amigos e amores e muitos outros temas interessantes sobre a nossa jornada. Boa leitura!

Saber Mais

O que são vidas passadas?

Quando pensamos em nossas almas gêmeas e na relação espiritismo vidas passadas amor, logo mentalizamos alguém que já conhecemos de outras vidas. As chamadas vidas passadas. Vidas passadas são todas as existências que tivemos antes da atual, com outros corpos; outras profissões; outro gênero; outros amigos e familiares… Vidas passadas são, portanto, reencarnações que antecederam a que vivemos agora. A pergunta correta é: o que são reencarnações?

O que são vidas passadas?

Sob o viés espírita, a reencarnação é algo natural, tanto quanto nascer e morrer. É uma espécie de ferramenta necessária a todos os espíritos em evolução. Nas palavras de Allan Kardec, o fundador do espiritismo, “Reencarnação é uma questão de justiça”. Justiça porque é através de uma existência corpórea que o espírito se redime de certos vícios, atua em alguma missão, cresce enquanto ser imortal que é.

A cada existência física, suportamos provações e expiações, de modo que, a cada vida e a cada corpo, progressamos. “A cada existência, o espírito dá um passo no caminho do progresso. Quando se despejou de todas as impurezas, ele não tem mais necessidade das provas da vida corporal”. Por esse pensamento, é através de várias vidas sucessivas que o espírito se torna puro e feliz e isso é a base da relação espiritismo vidas passadas amor.

Como é a relação espiritismo vidas passadas amor?

Agora que já sabemos o que são vidas passadas e conhecemos o conceito de reencarnação segundo a Doutrina Espírita, é mais fácil entender a relação espiritismo vidas passadas amor. Aqueles que não reconhecem a reencarnação e acreditam que a morte é o fim de tudo sofrem muito mais que nós, que tivemos o privilégio de ter contato com a Doutrina e conhecer a Codificação de Kardec.  Quando assumimos que a morte é o fim, pensamos que tudo aquilo que construímos, incluindo nossas relações amorosas, se acaba quando morremos. Que triste, não?

O espiritismo traz alívio quando nos mostra que as relações de amor e amizade que temos não acabam quando desencarnamos e que os laços atuais podem haver existido há muito mais tempo do que imaginamos. Essa realidade traz tranquilidade e responsabilidade. Tranquilidade porque nos mostra que nunca estaremos sozinhos e sempre voltaremos a encontrar aqueles que amamos. E responsabilidade porque é preciso cuidar de nossos amores e amigos, já que os laços, assim como os espíritos, podem ser imortais.

Os laços de amor na visão espírita

O espiritismo é essencialmente sobre amor, Jesus e caridade. Nessa Doutrina, o amor é o centro de todas as coisas: o amor ao próximo, o autoamor, o amor cristão… Quando pensamos no amor romântico e na ideia de “almas gêmeas”, surgem inúmeras dúvidas e angústias. A Doutrina esclarece sobre as relações que temos e ajuda a entender o que chamamos de almas gêmeas, assim como a relação espiritismo vidas passadas amor.

Segundo a Codificação Espírita, nas perguntas e respostas dos nossos guias espirituais, é a lei da afinidade que rege o mundo. E isso não é diferente no que tange às relações de amor. Nós atraímos aqueles com quem temos afinidade de pensamentos e os elos que se criam se intensificam nas diversas encarnações que experimentamos.

Como é a relação espiritismo vidas passadas amor?

O conceito de afinidade entre espíritos é usado geralmente para explicar casos de possessão ou influência entre espíritos desencarnados e encarnados. Uma pessoa encarnada emite vibrações através de seus pensamentos e ações. Se essas vibrações são positivas, pautadas no bem e no amor, essa pessoa atrai espíritos que estejam na mesma sintonia e, portanto, vive rodeada de espíritos de luz.

Por outro lado, quando alguém está numa vibração mais baixa, com sentimentos de inveja, rancor ou violência, por exemplo, acaba atraindo espíritos que estão no mesmo campo vibratório. Que, geralmente, ainda estão em estágios inferiores no processo evolutivo. Quando isso acontece, essa pessoa acaba recebendo uma influência – o que muitos chamam de ações possessivas –. E a sua inclinação para o mal, já existente em seu próprio coração, acaba sendo intensificada pela ação externa desse irmão já desencarnado.

E essa atração também rege nossos encontros de amor e a relação espiritismo vidas passadas amor. Assim como atraímos seres desencarnados, também atraímos pessoas (encarnadas) por afinidade. Aquela ideia de que, no amor, os opostos se atraem não é bem verdade… Nós atraímos corações semelhantes aos nossos.

Afinal, existem almas gêmeas?

Os seres que estão conectados através do amor – seja esse amor romântico, fraterno, materno – vibram numa sintonia parecida e acabam se atraindo por várias e várias reencarnações. Como nos disse o médium Chico Xavier, “o amor é uma força que transforma o destino”. Essas seriam as almas gêmeas?

O termo “almas gêmeas” não é muito utilizado na Doutrina, justamente porque dá a ideia de metade, de espíritos divididos ao meio, que só se completam quando juntos. No Livro dos Espíritos, aparece a seguinte explicação: “A expressão ‘metade’ é inexata. Se um espírito fosse a metade do outro, separados os dois, estariam ambos incompletos. Não. Não há união fatal e particular de duas almas” (O Livros dos Espíritos, questões 298 e 299).

Espíritos Afins

No caso dos amores românticos, o espiritismo trata seres que se amam como espíritos afins, ou seja, que vibram de um modo semelhante e que, comumente, estão em níveis evolutivos bastante parecidos. O espiritismo não nega a existência de almas e seres que caminham juntos por várias encarnações, as “almas gêmeas”. Mas explica que esses espíritos assim o fazem por afinidade de sentimentos e pensamentos, e não porque estavam pré-destinados a seguirem juntos. “A simpatia que atrai um espírito para o outro resulta da perfeita concordância de seus pendores e instintos” (O Livro dos Espíritos, questão 291).

Para nós, irmãos de ideal espírita, o mais correto é dizermos “almas afins” para designar o que antes chamávamos de “almas gêmeas”. No livro Consolador, o espírito Emmanuel, através de Chico Xavier, utiliza a expressão almas gêmeas, explicando que essa expressão serve para nos referirmos aos seres ligados pelo amor; unidos pela simpatia e pela afinidade de seus corações. São dois seres independentes, atraídos porque se identificam e, cada qual com sua individualidade e trajetória espiritual, se complementam. E é dessa forma que a Doutrina explica a relação espiritismo vidas passadas amor.

É possível reconhecer um amor de vidas passadas?

O reconhecimento de um amor que já existe há muitas e muitas encarnações pode acontecer de forma intensa. Aquele famoso “amor à primeira vista” que, nós, irmãos de ideal espírita, sabemos que não é tão “à primeira vista” assim. Muitas vezes, amores e espíritos com um alto grau de afinidade e uma grande história em vidas anteriores se reconhecem e se amam quase que instantaneamente. Isso não quer dizer que, nesse encontro, ambos se lembram de suas vidas anteriores. Mas que sentem algo forte e verdadeiro desde os primeiros instantes. Afinal, os sentimentos – especialmente os de amor e empatia – transcendem a matéria física.

Por outro lado, há aqueles que, ainda que tenham tido uma história forte em outras vidas, não se reconhecem tão rapidamente. Já que, quando nascemos neste plano, apagamos outras memórias e vivências. Tudo para seguirmos nossa jornada presente livre de todo e qualquer pré-julgamento. Tudo isso varia de acordo com as provas; expiações e missões que cada um tem e exerce em sua própria trajetória.

É possível reconhecer um amor de vidas passadas?

Para reconhecer um amor de vida passada, não há fórmula pronta. Cada um de nós sente e intui de acordo com a própria maneira de ser e amar. Cada casal e cada relação – seja familiar, romântica ou de amizade – tem especificidades. É por isso que cada elo é tão único e especial.

Sentir uma forte empatia. Conseguir entender o que o outro diz apenas com um gesto ou um olhar (ou mesmo a quilômetros de distância). Comunicar-se através de sonhos e pensamentos. Tudo isso pode acontecer quando espíritos afins se reencontram e podem ser sinais de amores de vidas passadas. O que vale a pena é saber cultivar os amores. Dando sempre o melhor de nós. Assim, conseguirmos um companheiro ou companheira para amenizar e alegrar a nossa trajetória.

Sexo segundo a visão espírita

Quando falamos sobre amor romântico, há muitas angústias e dúvidas sobre regras de conduta no que diz respeito à sexualidade. Ao contrário de muitas outras crenças e religiões, a Doutrina Espírita não se dedicou a nos dar um manual de conduta moral. Mas nos ensina a viver de acordo com nossa própria consciência. Lembrando que nossos atos e escolhas têm consequências e devem ser pautados no bem e no amor.

No que diz respeito ao sexo e à sexualidade, a Doutrina não impõe um casamento formal, por exemplo. A forma como lidamos com o outro; e como agimos dentro do nosso lar é muito mais importante do que um documento assinado. Que tem valor apenas neste plano material.

O sexo, como tudo aquilo que existe na Terra, é algo natural. Só se torna um problema quando em excesso. Quando vicioso. No Livro “Vida e Sexo”, psicografado por Chico Xavier e ditado pelo espírito Emmanuel, nos ensinam os guias: “Não à abstinência imposta. Mas sim ao emprego digno. Com o devido respeito aos outros e a si mesmo. Não a indisciplina. Mas controle. Não ao impulso livre. Mas responsabilidade, porque ante o amor, ante a luz do amor e da vida, porque aplicação do sexo é assunto pertinente à consciência de cada um”.

Sexo segundo a visão espírita

Concluímos, depois de nos debruçarmos por temas tão bonitos e importantes como o amor e as reencarnações, que somos ligados por elos duradouros; mantidos através da afinidade de pensamentos e vontades de nossos corações. Quando desencarnamos, não perdemos aqueles que amamos. Da mesma forma, quando um ente querido desencarna, continua perto de nós, apenas em outro plano, em outra morada. Uma das possibilidades mais bonitas e que fazem com que a nossa trajetória terrena seja mais fácil é a de encontrar seres amigos;, amores; companheiros de vida e de evolução.

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Referências:

  • Vida e Sexo – Chico Xavier
  • O Livro dos Médiuns
  • O Livro dos Espíritos
  • O consolador – Chico Xavier
  • A Gênese

 

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2017-06-23T14:15:17+00:00
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